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África do Sul pode legalizar venda de chifre de rinoceronte e conter caçadas


03/10/2011 12h23 - Atualizado em 03/10/2011 12h23
Nova política evitaria carnificina de mamíferos no país.

Ásia é principal comprador de chifres, utilizados na medicina tradicional.

Do Globo Natureza, com agências internacionais*

África do Sul poderá legalizar a venda de chifres de rinocerontes para combater o mercado negro alimentado pela caça ilegal que, este ano, se converteu numa verdadeira carnificina, informou a imprensa local, citando o ministério do Meio Ambiente.
O chifre de rinoceronte pode ser vendido a preços que chegam a US$ 500 mil cada um no mercado negro asiático, segundo a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagens (CITES).
Os consumidores vietnamitas, tailandeses e chineses atribuem ao chifre propriedades afrodisíacas e médicas, em particular contra o câncer.
Desde o começo do ano, pelo menos 287 rinocerontes foram mortos ilegalmente na África do Sul, apenas para se abastecer os mercados da medicina tradicional asiática de chifres.
A África do Sul tem uma quantidade secreta de chifres de rinocerontes armazenados pelas autoridades e obtidos de animais mortos naturalmente na selva ou confiscados dos caçadores que foram presos.
Rinoceronte morto por traficantes de chifres na África do Sul (Foto: Ilya Kachaev/REUTERS)Rinoceronte morto por traficantes de chifres na África do Sul (Foto: Ilya Kachaev/REUTERS)
Acordo
Na última semana, a África do Sul e o Vietnã anunciaram que firmaram um memorando de cooperação para combater a matança de rinocerontes, caçados ilegalmente devido ao comércio de chifres no mercado negro da Ásia.
O acordo de cooperação ainda não tem data entrar em vigor, mas tem o objetivo de unificar ações policiais entre as duas nações. Se a morte destes animais seguir neste ritmo, especialistas afirmam que a manutenção da população dos rinocerontes ficará ameaçada nos próximos dois anos. Em 2010, foram registradas 333 mortes de espécimes, contra 13 no ano de 2007.
*Com informações da AFP.
Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/10/africa-do-sul-pode-legalizar-venda-de-chifre-de-rinoceronte-e-conter-cacadas.html

Comentário: Não acho justo vender partes de animais ou até mesmo ele inteiro. Ele é um ser vivo e merece respeito como nós.

Fotos mostram chacal 'kung fu' atacando abutres para proteger seu alimento

26/09/2011 11h30 - Atualizado em 26/09/2011 12h04


Imagens que mostram ação destemida do animal foram registradas durante um safári, na Tanzânia.

Da BBC Brasil
Um grupo de turistas participava de um safári na Tanzânia, no leste da África, quando viu o impressionante ataque perpetrado por um chacal contra um grupo de abutres.
Nas cenas, que foram registradas em imagens pelo fotógrafo amador italiano Tiziano Cei, o chacal é visto protegendo a carcaça que lhe serviria de alimento e dando um salto em direção ao abutre que se aproximava desta. Tiziano Cei contou que o animal ganhou o apelido de ''chacal kung fu'' por conta de seu salto audacioso.
chacal (Foto: Caters)Chacal dá um salto para atacar abutre que tentava "roubar" a carcaça. Devido à perfomance, ele foi apelidado de "chacal kung fu" pelo fotógrafo (Foto: Caters)
''Nós estávamos fazendo um safári fotográfico entre as regiões de Seronera e Ndutu e tentando encontrar guepardos para fotografar. À distância, vimos dois abutres. Quando nosso carro chegou mais perto, vimos que o chacal estava se alimentando de uma carcaça. Os pássaros estavam claramente tentando alcançar a carcaça'', relatou o fotógrafo.
''Quando eles deram início ao ataque, o chacal ficou louco, abaixou suas orelhas e começou a pular em direção a eles. Nós assistimos atentamente à cena por três ou quatro minutos, até que o chacal foi forçado a recuar. Os pássaros eram bem maiores do que ele e ele estava travando uma guerra perdida'', afirmou Cei. O embate entre os dois animais se deve ao fato de que ambos são carnívoros e se alimentam de carniça.
chacal (Foto: Caters)Imagens da briga entre os animais foram feitas durante um safári na Tanzânia (Foto: Caters)


Comentário: Acho triste ver esse tipo de coisa mais infelizmente é a lei da sobrevivência.

Espécie rara de tubarão é encontrada no Rio Grande do Sul


22/09/2011 10h24 - Atualizado em 22/09/2011 10h24

Tubarão-duende foi morto e capturado por barco pescador.

Animal foi doado para museu oceanográfico de universidade.

Do Globo Natureza, em São Paulo

Uma espécie rara de tubarão foi doada ao Museu Oceanográfico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul na quarta-feira (21). O animal foi capturado por um barco de pesca a 400 metros de profundidade na costa gaúcha e foi cedido ao instituto já morto, apesar de bem conservado.
O animal é um tubarão-duende (Mitsukurina owstoni), conhecido por apresentar um grande "chifre" na cabeça, logo acima da boca. Essa saliência é feita de material cartilaginoso. O exemplar morreu jovem e tinha 2 metros e 30 centímetros de comprimento. "Aqui no Brasil, esse animal só havia sido encontrado antes em Santos", afirma Lauro Barcellos, diretor do museu, em entrevista ao Globo Natureza.
Equipe mede o corpo do animal recém-descoberto na costa brasileira. (Foto: Roberto Witter / Agência RBS)O tubarão-duende tem 2 metros e 30 centímetros de comprimento. (Foto: Roberto Witter / Agência RBS)
Pelo fato de ser um animal muito flácido, ele será conservado em um líquido adequado (formol) e útil para manter os tecidos fixos no corpo. Quando estiver pronto, o tubarão será levado para exposição no museu.
Pouco se sabe sobre a espécie, já que poucos exemplares foram vistos por pesquisadores no mundo todo. No Brasil, as chances são ainda mais remotas de se encontrar o tubarão, já que é rara a pesca a uma profundidade tão grande na costa nacional.
"Seria precipitado dizer que esta espécie está em extinção. Esse peixe simplesmente vive em uma região de difícil acesso, a informação sobre ele é muito escassa", afirma Barcellos.
O tubarão-duende vive em um ambiente gelado, com temperaturas abaixo de 5 graus Celsius, com pouca luminosidade. Alimenta-se de pequenos peixes e outros animais que vivem no fundo do mar. Para a caçada, essa espécie conta com três fileiras de 25 dentes cada dentro de uma boca que pode ir para frente e para trás.
Equipe mede o corpo do animal recém-descoberto na costa brasileira. (Foto: Roberto Witter / Agência RBS)Equipe mede o corpo do animal recém-descoberto na costa brasileira. (Foto: Roberto Witter / Agência RBS)
Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/09/especie-rara-de-tubarao-e-encontrada-no-rio-grande-do-sul.html


Comentário: Cada vez mais encontram espécies diferentes e raras de animais.

Borboleta 'híbrida' é descoberta por cientistas na América do Norte


13/09/2011 11h44 - Atualizado em 13/09/2011 11h44


Espécie tem traços visuais e genéticos idênticos a de outros dois insetos.
Cientistas publicaram estudo na revista 'PLoS Genetics' nesta 3ª feira.

Do Globo Natureza, em São Paulo

Cientistas norte-americanos descobriram uma espécie rara de borboleta nas montanhas Apalache, cordilheira localizada entre Estados Unidos e Canadá, que foi considerada uma evolução de duas outras espécies de animais, já que continua traços visuais e composição genética idênticos.
A borboleta Tigre apalachiano swallowtail (Papilio appalachiensis) foi denominada como híbrida devido às características semelhantes às da borboleta Tigre oriental swallowtail (P. glaucus) e da Tigre canadense swallowtail (P. canadensis).
De acordo com estudo publicado nesta terça-feira (13) na revista “PLoS Genetics”, a borboleta Tigre apalachiano swallowtail raramente se reproduz com insetos da mesma espécie e é um dos poucos casos de animais híbridos, fenômeno que ocorre com mais frequência nas plantas.
Imagem da borboleta Tigre oriental (Foto: Divulgação/K. Kunte/Harvard University)Imagem da borboleta Tigre oriental swallowtail (Foto: Divulgação/K. Kunte/Harvard University)
Borboleta Tigre canadense (Foto: Divulgação/K. Kunte/Harvard University)Exemplar da borboleta Tigre canadense swallowtail. A partir da mistura das duas espécie, nasceu a borboleta Tigre apalachiano swallotail, com características visuais e genéticas idênticas (Foto: Divulgação/K. Kunte/Harvard University)
“Com a pesquisa, será possível entender a formação das espécies, questão fundamental para explicar a diversidade de vida na Terra”, afirma Sam Scheiner, pesquisador da Fundação Nacional de Ciência dos EUA, que financiou a pesquisa.
“É uma demonstração notável de como a hibridização pode criar populações com uma nova combinação de história de vida e características morfológicas, permitindo a colonização de novos ambientes”, complementa o biólogo Larry Gilbert, da Universidade do Texas e um dos responsáveis pelo estudo científico.
De acordo com os cientistas, as borboletas Tigre oriental e canadense surgiram em épocas diferentes, em espaço de tempo de 600 mil anos. Já a Tigre apalachiano surgiu há 100 mil anos. Ainda existe dificuldade na diferenciação das espécies. São detalhes como manchas nas asas ou mesmo no tamanho, que segundo os pesquisadores, com o tempo se tornam fáceis de identificar.
Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/09/borboleta-hibrida-e-descoberta-por-cientistas-na-america-do-norte.html

Comentário: Existem tantas variedades de espécies que são difíceis de identifica-las.

Pinguim celebridade é solto na Antártida após se recuperar de cirurgia


BBC
04/09/2011 09h18 - Atualizado em 04/09/2011 11h37


Happy Feet havia surpreendido especialistas ao aparecer em praia. 
Ele adoeceu após comer areia pensando que era neve.


Um pinguim-imperador que se tornou celebridade mundial após aparecer em uma praia daNova Zelândia em junho foi libertado neste domingo no Oceano Antártico para nadar de volta ao seu habitat original, na Antártida.
Pinguim-imperador que se tornou celebridade após aparecer em praia da Nova Zelândia. (Foto: Reuters)Pinguim-imperador que se tornou celebridade após aparecer em praia da Nova Zelândia. (Foto: Reuters)
O animal foi encontrado em uma praia ao norte de Wellington, a 3 mil quilômetros de distância de sua colônia. Seu aparecimento surpreendeu especialistas em vida marinha - segundo eles, esse foi apenas o segundo caso de um pinguim-imperador encontrado na Nova Zelândia.
O pinguim batizado de Happy Feet foi solto na manhã desde domingo a cerca de 80 quilômetros da ilha Campbell, após se recuperar de uma cirurgia para remover três quilos de areia do estômago.
Ele adoeceu gravemente depois de comer areia, que confundiu com a neve que os pinguins engolem para permanecer hidratados.
Comoção
O caso do pinguim comoveu o país e ganhou espaço no noticiário internacional. Na semana passada, centenas de pessoas visitaram o zoológico de Wellington para se despedir do animal antes de seu retorno à Antártida.
Uma campanha pública arrecadou mais de 20 mil dólares neozelandeses (R$ 27 mil) para cobrir parte dos custos do tratamento do animal.
Sua recuperação foi acompanhada online por mais de 120 mil pessoas, por meio de uma câmera de vídeo.
Segundo a veterinária do zoológico de Wellington Lisa Argilla, que acompanhou a viagem de Happy Feet de volta a casa, o animal precisou de 'um pouco de estímulo' para deixar o caixote no qual havia passado seis dias no barco que o levou ao local onde foi solto.
Mas ele logo deslizou por uma rampa improvisada e saiu nadando, segundo ela.
O pinguim teve instalado um dispositivo para rastreamento para que o zoológico possa acompanhar seu progresso.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/09/pinguim-celebridade-e-solto-na-antartida-apos-se-recuperar-de-cirurgia.html

Comentário: Os animais cada vez mais estão tendo lugar na mídia e acho isso muito certo.

Fotógrafo faz retratos de espécies ameaçadas de extinção


BBC
02/09/2011 13h36 - Atualizado em 02/09/2011 14h57


Imagens mostram animais raros fotografados em estúdio, parte de um projeto de conscientização sobre a preservação da vida selvagem.

Da BBC

O americano Joel Satore fotografou animais ameaçados de extinção em estúdio, como parte de um projeto para aumentar a conscientização sobre a preservação da vida selvagem.
Satore, de 49 anos, fotografou a maior parte dos animais contra fundos brancos ou pretos, para dar mais destaque à aparência impressionante das espécies.
Para ele, as fotografias de estúdio fazem com que todos os animais tenham o mesmo tamanho proporcional e sejam tratados com a mesma importância.
O americano é fotógrafo da National Geographic Society há 20 anos, e planeja registrar espécies em extinção em todo o mundo.
"As pessoas não vão tentar salvar os animais se não souberem que eles existem".
Satore reuniu algumas das imagens no livro "Rare -- America's Endangered Species" (Raros -- as espécies ameaçadas da América).
americano Joel Satore fotografou animais ameaçados de extinção em estúdio, como parte de um projeto para aumentar a conscientização sobre a preservação da vida selvagem. Acima, um babuíno de cinco meses de idade, criado em cativeiro (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)americano Joel Satore fotografou animais ameaçados de extinção em estúdio, como parte de um projeto para aumentar a conscientização sobre a preservação da vida selvagem. Acima, um babuíno de cinco meses de idade, criado em cativeiro (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)
"Fotografar os animais em fundos pretos e brancos significa que cada um deles recebe a mesma consideração", disse o fotógrafo. A imagem mostra a fêmea de um elefante-africano (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)"Fotografar os animais em fundos pretos e brancos significa que cada um deles recebe a mesma consideração", disse o fotógrafo. A imagem mostra a fêmea de um elefante-africano (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)
Para Satore, as fotos de estúdio fazem com que todos os animais tenham o mesmo tamanho proporcional e sejam tratados com a mesma importância. Na foto acima, um furão-de-patas-negras (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)Para Satore, as fotos de estúdio fazem com que todos os animais tenham o mesmo tamanho proporcional e sejam tratados com a mesma importância. Na foto acima, um furão-de-patas-negras (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)
Segundo ele, alguns animais tiveram que ser fotografados dentro de suas jaulas no zoológico, por serem muito perigosos. Nestes casos, ele pintava o fundo da jaula com a cor desejada para o fundo da imagem. Acima, um hipopótamo (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)Segundo ele, alguns animais tiveram que ser fotografados dentro de suas jaulas no zoológico, por serem muito perigosos. Nestes casos, ele pintava o fundo da jaula com a cor desejada para o fundo da imagem. Acima, um hipopótamo (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)
Ele diz que pretende mostrar que há "beleza, graça e valor em animais grandes e pequenos", para encorajar as pessoas a lutar por sua preservação. Na imagem, um lêmure-negro (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)Ele diz que pretende mostrar que há "beleza, graça e valor em animais grandes e pequenos", para encorajar as pessoas a lutar por sua preservação. Na imagem, um lêmure-negro (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)
Segundo ele, fotografar os animais na natureza seria um desserviço a eles, já que alguns, como o animal da foto acima, 'Phyllobates terribilis', são tão pequenos que não poderiam ser vistos em seu habitat. O 'Phyllobates terribilis' é considerado um dos anfíbios mais venenosos do mundo (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)Segundo ele, fotografar os animais na natureza seria um desserviço a eles, já que alguns, como o animal da foto acima, 'Phyllobates terribilis', são tão pequenos que não poderiam ser vistos em seu habitat. O 'Phyllobates terribilis' é considerado um dos anfíbios mais venenosos do mundo (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)
"As pessoas não vão tentar salvar os animais se não souberem que eles existem", diz Satore, que tem 49 anos. Na foto, uma raposa da Ilha de Santa Catalina, na Califórnia (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)"As pessoas não vão tentar salvar os animais se não souberem que eles existem", diz Satore, que tem 49 anos. Na foto, uma raposa da Ilha de Santa Catalina, na Califórnia (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)
Outras espécies foram difíceis de ser fotografadas porque eram muito rápidas e algumas eram tão raras que só puderam ser levadas para o estúdio com autorização do governo americano. Na imagem, uma salamandra-tigre da Califórnia (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)Outras espécies foram difíceis de ser fotografadas porque eram muito rápidas e algumas eram tão raras que só puderam ser levadas para o estúdio com autorização do governo americano. Na imagem, uma salamandra-tigre da Califórnia (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)
Satore reuniu algumas das imagens no livro "Rare -- America´s Endangered Species" (Raros -- As espécies ameaçadas da América). Na foto acima, uma tartaruga-do-pântano (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)Satore reuniu algumas das imagens no livro "Rare -- America´s Endangered Species" (Raros -- As espécies ameaçadas da América). Na foto acima, uma tartaruga-do-pântano (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)
O americano é fotógrafo da National Geographic Society há 20 anos, e planeja registrar imagens de espécies em extinção em todo o mundo. Na foto, uma víbora-de-pestana (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)O americano é fotógrafo da National Geographic Society há 20 anos, e planeja registrar imagens de espécies em extinção em todo o mundo. Na foto, uma víbora-de-pestana (Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters)



Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/09/fotografo-faz-retratos-de-especies-ameacadas-de-extincao.html
Comentário: É bem legal tirar fotos e deixar registrado animais que a próxima geração poderá não ver mais...